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Cachorros idosos: principais cuidados, sinais de alerta e prevenção de doenças.

A idade chega para todos e, no mundo dos pets, não é diferente. Assim como os humanos, ao envelhecer os animais também sentem o impacto do tempo, sofrem com algumas complicações, ficam mais suscetíveis a doenças e exigem cuidados especiais. 

Hoje vamos falar um pouco mais sobre o tema e te ensinar a identificar, quando o seu companheiro está idoso, quais são os cuidados diferenciados e, principalmente, alguns métodos para prevenir doenças.

Quando eu sei que meu pet está idoso?

Em geral, cães e gatos são considerados idosos após os 7 anos de idade, mas isso pode variar bastante de acordo com a raça e a expectativa de vida de cada uma. 

Raças grandes de cães, por exemplo, costumam ter uma expectativa de vida menor, portanto o animal fica senil mais cedo, enquanto raças menores costumam mostrar sinais de envelhecimento apenas após os 10 anos.

Assim como no mundo dos humanos, um dos primeiros sinais de envelhecimento é o pêlo grisalho. Alguns outros sinais também são percebidos, como a diminuição do ritmo ao brincar, mais horas de sono, sensibilidade ao frio ou calor, redução do apetite, dificuldade para enxergar, ouvir, se locomover ou comer, diminuição ou aumento do peso.

Alguns fatores psicológicos também podem ser sinal da idade, como mudanças no comportamento, no convívio com outros pets e até maior carência emocional em relação ao dono.

Cuidados especiais com cães idosos

Para garantir uma vida mais longa e saudável, ao perceber sinais de envelhecimento, é importante adotar alguns cuidados especiais mesmo que seu pet não apresente nenhuma doença mais grave. Veja alguns!

  • Alimentação: animais idosos costumam ter mais dificuldade ou lentidão na hora de digerir os alimentos, o que exige que ele receba uma ração de fácil absorção e com mais proteínas. É comum que a idade também deixe os dentinhos mais sensíveis e até faça alguns caírem, portanto o ideal é apostar em alimentos pastosos (uma dica é usar um pouquinho de água para amolecer a ração). Existem rações específicas para cães e gatos idosos (sênior), mas vale sempre conversar com seu veterinário para escolher a melhor opção.
  • Mobilidade: o poder de locomoção do pet diminui bastante. Cães que não conseguem passear ou brincar como antes, gatos que não pulam tão alto, não correm tanto. Isso pode ocorrer por problemas nos ossos, nas juntas, doenças como artrose ou apenas por falta de disposição. Esse é um dos sinais que deve sempre ser investigado junto ao veterinário para adotar medidas ou tratamentos que amenizem o problema. Além disso, é importante facilitar o acesso do animal aos seus itens básicos (tapete higiênico, caminha, comida, água) e garantir que ele não terá acesso a locais altos que possam forçar os ossos ou tenham risco de queda.
  • Socialização: é natural que o animal idoso não queira conviver com outros pets e fique mais irritadiço ao contato. Fique atento ao comportamento dele nesses casos para evitar estresse ou brigas com outros cães ou gatos.
  • Paciência e dedicação: lidar com as limitações do seu animal de estimação pode ser bem cansativo e desgastante, mas se lembre de que ele precisa de você! Ofereça muito amor, carinho e afeto, isso fará toda a diferença para que ele tenha uma vida mais longa e feliz.

Quais as doenças mais comuns em cães e gatos idosos?

A velhice pode causar algumas enfermidades nos animais, que podem se desenvolver por problemas associados a fatores genéticos, predisposição das raças ou até mesmo hábitos adquiridos no decorrer da vida, como alimentação, ambiente, rotina de atividades.

As principais doenças que são observadas nessa fase da vida são:

  • osteoartrite
  • doença periodontal
  • diabetes
  • câncer
  • catarata
  • doenças do sistema nervoso central e periférico
  • síndrome de disfunção cognitiva
  • distúrbios do sono
  • insuficiência renal
  • insuficiência cardíaca
  • insuficiência hepática

Algumas doenças têm cura, outras é possível tratar para melhorar a qualidade e a expectativa de vida do animal.

Quando devo procurar um veterinário?

Apesar de ser um processo natural, as consequências do envelhecimento podem ser prevenidas e tornar o processo mais leve e saudável para o pet. Idas frequentes ao veterinário contribuem para que os sinais da idade sejam identificados e tratados mais rápido.

Outro ponto importante é manter a vacinação em dia: nessa fase, o corpo fica mais frágil e qualquer doença pode afetar o organismo do pet com mais intensidade e rapidez. É essencial que o tutor conheça a rotina de seu animal de estimação e, caso note qualquer mudança, procure imediatamente um profissional.

Aqui na UPA PET, temos profissionais qualificados para cuidar do seu animal de estimação em todas as fases da vida, com toda a estrutura necessária para realizar diagnósticos, tratamentos, procedimentos cirúrgicos, vacinação e atendimento de urgências e emergências 24h. Conheça nossos serviços!

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